quinta-feira, 15 de julho de 2010

Uma história de pescador

Em um dia ensolarado eu, meu pai Leandro e meu tio Vanderlei iríamos pescar em um certo rio que havia ali pertinho mais ou menos 1km de distância de minha casa. Enquanto meu tio foi pegar as varas de pescar, eu e meu pai fomos procurar minhocas nos buracos da terra e embaixo de pedras.
Mas, bem na hora que eu levantei uma pedra, havia uma cobra chamada urutu-cruzeira bastante conhecida pela população. Com um pouco de medo avisei o meu pai e meu tio que rapidamente pegaram o facão para matá-la. Mas na hora em que eles chegaram no local a cobra já tinha desaparecido, e eu levei um grande susto mas continuei a procurar minhocas para meu pai e meu tio.
Minutos depois eu a vejo novamente só que desta vez em cima de uma árvore que havia ali do meu lado. Eu logo avisei o meu pai mas desta vez ele me disse que era só eu não mexer com ela que ela não faria nada para mim e eu perguntei se ela viesse perto de mim o que eu faria e ele me respondeu que era para ficar quieto e não encostar nela, pois ela poderia me picar e eu poderia ir parar no hospital. Na hora eu não acreditei muito mas ouvi com muita atenção o que ele havia me dito mas minutos por minutos ela se aproximava cada vez mais de mim e comecei a gritar para meu pai e para meu tio que assustados vieram correndo para ver o que tinha acontecido comigo pois eu gritava muito.
Eu estava com muito medo da cobra pois não sabia o que poderia acontecer porque eu tinha apenas 7 anos de idade quando aconteceu isto.
Mas no fim, eu meu pai e meu tio, matamos a cobra e até usamos alguns pedacinhos dela para a isca dos peixes que nós havíamos pescado no rio lá perto de casa. E no final de tudo nós conseguimos 65 peixes ao todo, eu pesquei 15, meu pai pescou 22 e meu tio conseguiu pescar 28. Fomos para casa e comemos todos os peixes que havíamos pescado e ficou ótimo.
E esta é a história, que eu lhes conto hoje.
Baseado em fatos reas.


Douglas de Moraes Poleto Turma: 6.3

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