quinta-feira, 15 de julho de 2010

A árvore

No dia 28 de dezembro do ano 2008 aconteceu uma história real.
Eu, Weslley, meu pai Junior, e meu avô, Genir, estávamos procurando pinha, no Paraná .
Quando nós achamos uma árvore com pinha, eu subi na árvore.
Quando eu estava no meio da árvore resvalei e caí.
Eu bati a cabeça e fiquei uns minutos desacordado.
Então eu acordei a prometi que nunca mais subo em árvore.


Weslley Souza Turma:6.4

Minhas férias

A minha maior aventura foi quando eu fui de bicicleta para a África do Sul para ver a Copa de 2010.
Eu fiquei 2 messes e 2 semanas andando de bicicleta. Eu comprei um barco para atravessar o oceano. Eu tive que matar 60 baleias e 200 tubarões, e eu fiquei 6 anos sem comer e sem beber e depois eu continuei a pé até a Copa.


Wesley Ramos da Silva Turma 64

O pesadelo

Numa noite fria, com trovões estava deitada em minha cama no meu quarto. Confesso que sentia medo de trovões, e ainda sinto, mas tinha que ser forte, já era bem crescidinha não era mais criança. Peguei no sono por alguns instantes , mas logo acordei no susto!
Logo em seguida dormi até amanhecer tinha sonhado um sonho completamente esquisito sem nenhuma explicação.
Teria sonhado com formigas subindo um esquisito morro que na minha visão seria duas montanhas no alto.
Não sei porque naquele momento senti medo não tinha nada a ver com a minha pessoa (particularmente).
Acordei outra vez, mas era de noite e o relógio estava marcando 4:00 horas da manhã. Dormi de novo na cama.
Levantei e tentei contar para os meus familiares, mas ninguém acreditou no meu sonho maluco!


Valéria Raquel Mesnerovicz Turma:6.4

O Parque

Meu nome é Thaís, tenho 12 anos e a minha história começa no parque de diversões.
Thiago, meu tio, decidiu me levar até o parque, até chegarmos lá não foi fácil: tomamos chuva e caminhamos um monte. Quando entramos no parque, meu tio foi no brinquedo que eu mais tinha medo, o Evollution. Para eu entrar tinha que ser uns 5cm mais alta, mas me liberaram, quando eu sentei fiquei com medo, mas já era tarde..
O brinquedo subia mais de 4m de altura e eu perdi meu cinto, e algumas moedas. Depois de mais de 10 min de adrenalina, eu desci, e acreditem ninguém gostaria de saber minha reação,(passei muito mal).


Thaís Pavan de Lima- Turma 6.4

Uma história triste

Quando eu estava voltando de uma viagem do litoral, recebi uma triste ligação da minha tia desesperada, falando que a minha tia Anita morreu. Eu entrei em pânico! Logo depois de alguns minutos, eu falei a quem estava dentro do carro.
Quando chegamos em Passo Fundo recebemos mais uma notícia triste, Maicon Jackson também morreu com seus 50 anos de vida. Aquele dia foi o pior da minha vida.
Voltando da viagem, eu esqueço o meu celular lá e meu pai fica louco, ele briga muito comigo.
Quando nós chegamos lá para pegar o meu celular ninguém estava em casa, fomos em todas as casas que a gente conhecia e não encontramos eles, a gente se lembrou que estava muito calor, será que eles foram lá na piscina?
Eu pensei e falei para a minha mãe pra nós tentarmos ir lá ver se eles estavam lá, quando nós chegamos lá não tinha ninguém. Nós resolvemos voltar para a casa sem o meu celular, na viagem o pneu do carro do meu pai furou, ele arrumou e nós fomos para a casa.
Quando nós chegamos em casa nós entramos, e arrumamos um pouco das coisas e fomos dormir.

Thainá Fernandes de Freitas Turma 6.4

Minha vida

Meu nome é Tatiana Lima, eu tenho duas irmãs, uma de 11 anos e a outra de 16 anos. Eu sou de Carazinho, minha mãe veio trabalhar em Caxias e acabou casando com um homem que virou o meu padrasto, que se chama Figueiró. Nossa vida era muita boa. Minha mãe sempre estava longe porque ela tinha que trabalhar.
Agora ela nos trouxe para perto dela e estou muito feliz, mas sinto muita falta da minha avó e das minhas tias e primas. Mas tenho que ficar perto da minha mãe. Era tudo que ela queria desde que ela se separou do meu pai verdadeiro.

Tatiana Lima turma:63

A melhor aventura da minha vida

Olá, meu nome é Tainara Ferreira, tenho13 anos , moro no bairro São Caetano,
A minha melhor aventura foi quando eu aprendi a nadar. Tudo começou numa manhã de domingo
ensolarado. O meu pai resolveu ir ao camping , mas, no meio do caminho, faltou gasolina . O pior estava para vir. Faltar gasolina não é nada, a minha mãe ligou para o meu tio e ele foi nos socorrer, e nós não fomos para casa. O meu pai pediu para o tio nos levar até o camping, mas o carro dele parou de funcionar, não era para sair de casa mesmo. O carro apagou, e meu pai disse para irmos a pé, mas para mim não importava carro, eu queria chegar logo para meu irmão me ensinar a nadar. Bom, depois de 12 horas , caminhando, chegamos. Eu cheguei e fui ligeiramente trocar a minha roupa e fui diretamente me jogando na água, mas quase me afoguei e depois de tomar litros de água, finalmente eu consegui nadar cachorrinho. Essa foi a melhor aventura da minha vida.


Tainara Ferreira Turma: 63

A minha aventura

A minha aventura começa na casa da amiga da minha mãe. Ela havia nos convidados para eu e minha irmã irmos lá na casa dela, e nos fomos. Ela falou que era pra esperar lá na casa dela, e nós esperamos. De repente, vimos o cachorro que morava lá, o nome dele era Tigre, era grande, peludo e bonito, só que ele mordia, era bravo. Eu e minha irmã Nara estávamos com medo de ficar sozinhas lá dentro. Ele alcançava até um pedaço da escada. O cachorro queria nos pegar lá dentro, mas eu e ela, tivemos que nos virar nos trinta, sabe como é, né?. Então, nós tínhamos que sair dali, mas mas não sabíamos como. E tentei distrair o cachorro, mas, mesmo assim, não conseguimos. Então, a Jose chegou em casa. Então, nós dividimos as tarefas e arrumamos tudinho. Ficou um brilho. Nós tínhamos que puxar as coisas que estavam lá em cima, mas só conseguimos quando o cachorro dormiu. Depois que a Jose chegou, ocorreu tudo bem.

Taiane Santos Turma:6.2

Minha aventura

Um dia, saindo de casa, fui passear com minha família. Quando estávamos chegando na parada do ônibus, acabamos perdendo, e pegamos um taxi. O taxista estava com pressa, saiu com o carro voando, parecia um avião. Minha mãe e eu, ficamos assustadas, brancas e geladas, parecendo picolés. Chegando lá, sentamos, comemos, bebemos e brincamos. Começou a chover, fomos para casa de táxi. Este estava mais calmo. Nós, crianças, fomos dormindo atrás. Chegamos,e nos levaram para nossas camas dormindo. Que aventura!



Suellen Marrone da Silva Turma:62

Eu e a minha história

Meu nome é Suelen, tenho doze anos, sou legal e ao mesmo tempo chata. O meu maior defeito e que sou muito braba!
Gosto muito de me divertir, mais a diversão como sempre, tem que ter limites. Tenho uma vida de alegrias e tristezas, sou muito carinhosa, gosto de crianças, mas não tenho paciência com elas.
Já tive várias tristezas, em minha vida muito dura.
E várias alegrias inesquecíveis.
Todo o dia agradeço a Deus por estar aqui nesse momento.
Vivo cada minuto como se fosse o último!!!
Essa é um pouquinho de mim!

Suelen Alberichi Turma:61

Aventuras da minha vida

Em uma tarde ensolarada estava caminhando em frente de casa, quando percebi eu cai dentro de um buraco. Tentei sair, mais não consegui. Meu pai estava na frente de casa tomando chimarrão com minha mãe e minha avó. Eu pedi socorro para eles que não escutaram. Gritei de novo. O buraco era muito fundo, tiveram que buscar uma escada. Consegui sair do buraco depois de 20 minutos. Entrei em casa e fui direto para o banho.

Suélem Chagas de Sousa Turma:64

Minha maior aventura

Isso aconteceu no ano de 2009, em uma chácara do amigo do meu tio.
Meu tio me levou junto para eu conhecer uma chácara. Ele levou a minha família e a família dele, e de animais levou seus dois cavalos e seu cachorro.
Quando chegamos lá, me convidou para andar de cavalo. É lógico que eu aceitei. Quando eu e o meu primo, estávamos indo, avistei um morro onde iríamos subir. Quase que não fui mais, mas depois pensei e decidi ir.
Logo após termos subido, o cavalo em que eu estava, começou a correr cada vez mais forte.
Naquela hora me senti muito mal!
Depois, quando voltamos para a chácara, fui novamente andar à cavalo.
Mas tinha um problema: tive que levar mais uma pessoa que tinha muito medo de andar de cavalo. Aí tive que ir devagar.
Correu tudo muito bem. Depois do “piri-paqui” do cavalo, consegui me aguentar em cima dele, e depois que peguei o jeito, nunca mais parei de andar à cavalo.

Sabrina Trichez Port Turma: 6.1

Um acidente aconteceu

Uma vez nós estávamos em uma quadra jogando futebol. Era noite estávamos eu e meus amigos, jogando tranquilos. Nós andávamos muito longe, de bicicleta e estávamos vindo embora, correndo. E resolvemos fazer uma corrida até certo lugar. Corremos bastante até que alguns começaram se distanciar. Os guris que estavam conosco, um ficou muito pra trás e nós chegamos naquele lugar e olhamos para trás, o guri estava caído no chão, chorando que tinha quebrado o braço. Levamos ele para o hospital. Mas tudo correu bem, mas o pi dele falou que ele não ia andar mais conosco.

Rubi Felipe dos Santos . Turma: 62

As aventuras da Roberta

As aventuras da Roberta


Certo sábado, eu e as minhas primas saímos para passear no sítio do nosso avô, mas não conhecíamos nada ali. Então começamos a caminhar. De repente, percebemos que estávamos perdidos e ficamos muito assustadas e saímos correndo. Então demos de cara com uma cobra e ficamos mais assustadas . Já estava escurecendo quando vimos a polícia e nossos pais que estavam procurando por nós e assim fomos para a casa juntos.


Roberta de Andrade Chiavagatti Turma:61

O Parque

Eu me chamo Rafael, tenho 11 anos e a história que eu vou contar começa assim:
Sexta à tarde, estávamos eu e os meus primos, indo no parque Bairro Charrua, onde minha avó mora.
Ao chegar no portão, estava fechado, estávamos de bicicleta, chutamos o portão e ele abriu e nós ficamos uma hora andando de bicicleta já que tinha várias rampas de bicicleta, um rio e um parquinho. Era tudo tranquilo até, chegar um guarda .Nós nos escondemos no parquinho, logo depois ele foi embora e nós ficamos brincando a tarde toda de bicicleta, e eu cai vários tombos.


Rafael Drosdowiski Turma:64

Na escola

Na escola, eu fui jogar bola e fiquei até às 8 horas, já estava bem escuro, mas nós estávamos brincando de paredão, e passaram dois caras que tinham a chave do portão da Vinculação mas eles saíram e trancaram o portão. Eu e meus amigos estávamos querendo ir embora, mas teríamos que pular o muro. E pensei em procurar escada, gritar, pegar pedras e até subir uns nas costas dos outros, mas não iria adiantar. Por isso nós tivemos que nos ajudar a pular e o Gustavo, que era o último dos três, me segurou, eu pulei e nós fomos para a casa tranquilos.

Pablo da Silva Santos Turma:6.4

À procura de Aventura

Eu, Nicole Conceição Machado, no dia 01 de Janeiro de Dois mil e Dez , fui para a fazenda de meus avós, lá em Jaquirana. Fui passar um só um dia, e eu não sabia que aquele dia seria uma das minhas maiores aventuras.
Fui para o mato e me deparei com uma cobra verde e branca, que estava para me dar o bote, mas,
eu consegui fugir.
Aquela era uma das minhas maiores aventuras.
O LIVRO “A CASA”, EU LI, E DEDICO A TODOS OS AVENTUREIROS DE PLANTÃO.

Nicole Conceição Machado. Turma:61

A teimosa

Quando eu tinha 3 anos, eu ficava com a minha vó porque a minha mãe trabalhava. Eu pedia pra ela pra ir brincar, ela deixava, mas na hora de entrar eu não queria, então eu sentava no meio da rua e não saía de lá. Certo dia, minha mãe chegou do trabalho e viu. Sabendo disso, minha mãe deixou avisado que não queria que isso acontecesse novamente. Pouco tempo depois eu sentei novamente, minha mãe chegou, pegando pela minha mão, convidou-me para ir lá fora. Chegando lá, eu perguntava o que nós íamos fazer ela então me disse que íamos ficar sentadas na rua, podia chover, fazer frio, os carros iam passar e nós não íamos sair do meio da rua. Me assustei e prometi a minha mãe que nunca mais ia sentar no meio da rua.

Natasha Toledo Turma: 6.4

A pescaria

Meu nome é Natan, moro em Caxias do Sul, minha vida não tem muita aventura, mas nas férias da escola de 2009, fui visitar meus parentes no sítio. Lá tem um rio que fica muito longe da casa dos meus tios.
Quando cheguei lá, meus tios de 13 e de15 anos logo me convidaram para ir pescar, nesse
momento era 5 horas da tarde. É claro, que eu aceitei e então saímos.
O caminho era muito perigoso, havia muitos morros, pedras e animais .
Quando chegamos no rio, mais conversamos do que pescamos. Depois resolvemos ir para casa, pois já estava anoitecendo. No caminho, eu dei de cara com uma cobra, mas ela saiu rapidamente. Esse não foi o pior animal que encontramos, pois achamos um filhote de tigre. Não ficamos com medo, por que parecia ser inofensivo. Deixamos ele para trás e ele foi nos seguindo até em casa. Então um outro tio deu uma mamadeira com leite para ele, e até hoje ele vive lá ao redor do sítio.


Natan Bertoldi Turma: 6.3

Minha Aventura

Eu, um dia, fui lá na minha vó. Eu, meu pai, minha irmã, e minha madrasta, chegamos lá .Fui cumprimentar meus familiares .
Meu tio me convidou para ir pegar bergamotas. Lá atrás da casa da minha vó tem um matão grande. Eu disse que sim. Então fomos. Estávamos indo quando ouvimos um barulho. Saímos correndo direto para a árvore de bergamota. Chegamos, pegamos uma taquara comprida e tentamos dar varadas e não derrubava nada. Ele mandou eu subir na árvore ,só que era um pouco alta e eu não conseguia subir. Ele tentou e consegui subir e começou a tacar bergamota. E me acertou uma na minha cabeça. Depois que pegamos, fomos para casa da vó e todo mundo comeu foi legal.

Micael Pinto da Silva TURMA:6.1

Férias na minha vó

Meu nome é Mauricio C. Dos Santos, tenho 12 anos, quando eu tinha 9 anos, eu fui para o sítio da minha vó.
Era férias de julho, meu tio estava lá.
No meu penúltimo dia de férias, ele levou sua moto para me ensinar a andar, ele tinha me prometido fazia três meses.
Antes que eu aprendesse a andar, eu fui sozinho para fora, subi na moto e, sem saber o que fazer acelerei a moto a 40 Km/h e a moto começou a andar e eu sem saber onde ficava a porcaria do freio. Bati em uma espécie de galinheiro da minha vó, e risquei toda a moto do meu tio.
Quando ele chegou no lugar do acidente, me vendo estendido no galinheiro, pensei que ele iria me matar, mas não, ele desandou na risada, de noite ele me xingou foi para o seu quarto, ao lado do meu e eu ouvia suas risadas disfarçadamente. No outro dia ele me ensinou a andar, com a moto riscada.
Fui embora não falei e nada pra minha mãe.
Meu pai pediu como foram as férias, disfarçadamente falei que foi bom, no outro dia adivinha quem foi nos visitar???? Isso mesmo, meu tio.
Por incrível que pareça ele não falou nada, foi embora e eu falei pra minha mãe, meu pai pagou a moto, e eu fiquei sem futebol por uma semana.

Mauricio Cristiano dos Santos turma:63.

Arte Marcante

Em uma manhã ensolarada eu e minha amiga Amanda resolvemos andar de rede.
Ela era tão alta que quase nem conseguimos subir, mas minha mãe nos colocou nela.
Tinha músicas muito loucas começamos a cantarolar sem parar.
De repente ouvimos um estouro. A rede caiu e nós caímos deitadas no chão, batemos a cabeça. Foi um gritedo, nossas mães vieram correndo nos socorrer, olharam para nós e disseram:
-Não foi nada.
Depois de muito carinho de mãe, ficou tudo bem

Marina Rizzi. Turma:61

Um dia tão chato

Nessa história que vou contar eu e minha prima, estávamos indo viajar para Torres com minha tia e no caminho encontramos uma cachorrinha poodle. Ela tinha até uma correntinha avisando que o nome dela é Preciosa. Minha tia a pegou e botou dentro do carro. No caminho achávamos que a Preciosa tinha feito cocô no carro e paramos num restaurante para ver se era ela. Para nossa surpresa, não era ela e sim minha prima. Minha tia a levou ao banheiro, sorte que tinha chuveiro para ela tomar banho. Ao terminar, seguimos em viagem. Chegando lá em Torres, fomos procurar uma casa e logo encontramos uma perfeita, e bem pertinho da praia. Quando terminamos de arrumar as coisas para praia, minha prima dizia que já sabia nadar. Que nada, não sabia, a guria quase se afogou e minha tia teve que sair correndo para tirar ela lá de dentro e fomos para casa.


Maria Lúcia Souza da Silva Turma: 64

Copa

Meu nome é Marciel e tenho 13 anos e fui ver a Copa três anos antes só que cheguei la já tinha acabado, o mais importante foi atravessar o oceano com a bicicleta nas costas. E no meio do oceano tinha um corpo morto e eu atravessei até o fim e quando eu cheguei na rua a policia me parou. E quando os militares começaram a falar eu não entendia nada o que eles falavam.


Marciel Tadeu Siqueira da Silva turma: 64

Minha maior aventura

Minha maior aventura foi, quando fui no zoológico e mexi na capivara. Ela ficou brava e de medo
cai no chão e machuquei meu braço. Levaram-me para o hospital e eu tinha quebrado meu braço.
Quando cheguei em casa, meu pai disse: -Você não vai ir para a rua brincar.
E minha mãe falou:
-Nós estávamos no zoológico e ela foi mexer na capivara, caiu no chão e quebrou o braço.
Ele me levou no mato e matamos 2 tatus e 1 cobra.
E assim foi minha aventura.


Maiara Diogo da Silva Turma:6.1

Aventura radical

No dia 19 de fevereiro de 2009, eu Luis Gustavo, e meus primos Evandro e Gilnei, resolvemos ir na casa da nossa amiga Jéssica . Nós caminhávamos por uma estrada de chão, quando meu primo Gilnei avistou uma coisa se mexendo perto de uma cachoeira. Ele foi até lá e disse que aquela coisa se mexendo era uma lagartixa eu e meu outro primo, fomos até lá e vimos que aquele animal era parecido com um filhote de cobra. Evandro viu a mãe daquela cobra e saímos correndo.
Quando chegamos na casa de nossa amiga , tivemos que pedir um copo de água , porque estávamos exaustos .Essa é a nossa aventura.

Luis Gustavo Guidini Turma:6.4

JOÃO

Era uma vez, um menino chamado João, que gostava muito de jogar bola. João era um menino dedicado ao estudo. Seu sonho era depois que terminasse seus estudos, queria ser um jogador profissional de futebol.
João jogava no time da escola, cujo o nome era FIORENTINA. Foram campeões cinco vezes seguidas.
João morava numa favela junto com a mãe e os 7 irmãos. João acordava as 05:30 da manhã, para ir à escola. João morava muito longe da escola. Um certo dia, João foi jogar o CAMPEONATO ESCOLAR, valendo uma bolsa de estudos. O time FIORENTINA ia jogar contra o time CRISTÓVÃO. O jogo começou. João fez 9 gols, e foi promovido para estudar na ESCOLA ESTADUAL GRÊMIO ESTUDANTIL, e começou a jogar no GRÊMIO. João deu seu depoimento:
- É através dos estudos que se consegue o que quer, e foi através dos estudos que eu, JOÃO PEREIRA DA SILVA ROCHA, realizei meu sonho de ser um jogador de futebol.
PLACAR DO JOGO: FIORENTINA [10] X [2] CRISTÓVÃO.


Luís Felipe Vicente Turma: 6.2

A Parati Turbo

Um dia eu, meu tio e o filho dele fomos a uma competição automotiva.
O meu tio falou:
- Vamos meninos já vai começar.
E nós falamos :
- Sim só vamos pegar os cds .
Saímos o mais depressa, fomos lá na competição automotiva que ficava nos pavilhões da Festa da Uva. Chegamos lá na competição automotiva e já estava na hora eu e o William descemos do carro. A primeira competição foi de som e o meu tio ganhou em primeiro lugar. Quase que um Audi A5 ganhou do meu tio.
A segunda competição foi de arrancada e ele também ganhou de um Golf .
Nas outras várias competições a Parati do meu tio foi eleito o carro turbinado e o meu tio ganhou o troféu e o dinheiro das apostas. Fomos para casa com o som no último volume na rua.
Ele ganhou de uma Montana .Essa é a historia da Parati turbo .


Luiz Fernando Brito Telles Turma:64

Aventura no mato

Quando eu fui pescar com meu pai tinha alguma coisa que se mexia e nos seguia no mato.
Quando nós fomos dormir alguém fazia outro barulho.
Amanhece um dia lindo! 1:30 da tarde começa o barulho, mas agora veio com mais vontade. Fomos atrás mato afora procurando e só encontramos uma casa abandonada.
Voltando para o acampamento e começa o barulho que vem de cima de uma árvore.
Procuramos e não achamos nada, decidimos procurar na manhã seguinte.
Amanhece e domingo, estávamos prontos para irmos embora e ouvimos o barulho estranho achamos a coisa que vinha de cima de uma árvore era um simples bicho qualquer.


Lorenzo da Silva Turma:6.4

NO SÍTIO DO AVÔ

Numa manhã de sexta-feira, exatamente 8hs, fui viajar com minha mãe, meu irmão, meu padrinho e meu primo.
Estávamos indo a Vacaria, no sítio do meu avô. Lá tinha muitas galinhas, cachorros, vacas, etc.
Passamos o feriado de páscoa lá. Quando chegou o dia de vir embora, minha avó fez um almoço bem caipira. Ela fez rizoto, feijão, galinhada e milho.
Bom, eu como era bem sapeca, peguei o milho e comecei a dar para as galinhas. Meu primo vendo eu fazer aquilo, correu para contar a minha mãe.
Quando virei de frente, minha mãe estava bem atrás de mim, levei alto susto.
Ainda bem que a minha mãe não me bateu, mas fez eu tomar banho gelado.
No final das contas, foi muito divertido esse final de semana, jamais esquecerei.

Liliane Pereira Teles

Aventuras

Meu nome é Letícia Castilhos da Silva gosto muito de músicas, especialmente de pagodes e funk.
Quando eu tinha 8 anos, eu morava com meu pai, era muito divertido porque aprendi a dirigir carro, caminhão e trator. Só isso deixava ficar divertido.
Aos meus 13 aninhos, faço o que quero e moro com a mãe, morar com ela é o máximo.
Eu e minha prima de 15 anos e amigas aprontamos de tudo e um pouco mais, eu me divirto muito com elas. A minha vida de jovem é legal até demais!
Minha vida é uma aventura diária!



Letícia Castilhos da Silva Turma:6.4

O meu aniversário de 7anos

Eu tinha um imenso desejo que chegasse o meu aniversário de 7anos. Tinha, naquela época , 6 anos.
Faltava um ano, mas para mim era uma década. Eu queria ganhar presentes, comer tortas. Cada vez,
me dava mais vontade de ganhar presentes, até que chegasse o dia demorava...
Veio toda a família da minha mãe, do meu pai, as minhas avós. Eles me deram muitos presentes e
isto ficou marcado no meu aniversário.

Leandro Monte Capaverde Turma:62

No topo da cachoeira

Eu não tive muitas aventuras, mas me lembro de uma que foi muito emocionante. Foi quando minha família e eu, viajamos para a chácara do amigo do meu pai. Chegando lá, resolvemos ir a uma cachoeira, mas como não sabíamos onde era, o amigo da minha mãe nos levou. O caminho era complicado, tinha que passar por uma floresta cheia de espinhos e atravessar um rio. Chegando na cachoeira, eu notei que tinha uma estrada que levava até lá e o amigo da minha mãe nos trouxe pelo lugar mais longo e perigoso. Minha mãe ficou louca com ele. A água da cachoeira estava gelada e eu não tive coragem de entrar, como o restante da família. Fiquei sozinha na mata. Na volta usamos a estrada que era mais rápida e menos perigosa.

Laura do Prado Zaballa Turma:6.2

O RESUMO DE MINHA HISTÓRIA

Meu nome é Keyze,tenho 12 anos e nasci em 1998.
Moro com minha mãe, e nos finais de semana e feriados, vou visitar meu pai.
Tenho uma irmã que se chama Manuela, de 2 anos.
Tenho um avô falecido. Nós sofremos muito com o falecimento de meu avô, ele morreu em 12 de outubro de 2009. Minha avó não consegue se recuperar, mas a maioria dos 14 filhos, sim.
Eu, Keyze sou arteira, sou carinhosa, sou amorosa, sou inteligente, etc...
Estudo na escola Basílio Tcacenco, e sou muito feliz aqui.
E assim é minha história, mas é claro, que eu tenho muito a viver e muito o que aproveitar.


Keyze de Camargo Vidaleches Turma: 61

O dia que eu me perdi

Um dia, eu e minha amiga combinamos de ir no Parque dos Macaquinhos, a pé.
Já era muito tarde era 4h e 30min. A Bruna queria voltar, eu concordei, então, ela entrou em várias ruas e eu perguntei:
- Não estamos perdidas?
Ela disse:
- Não
Passou um tempo e a Bruna falou :
-Nós nos perdemos!
E eu falei:
-Bruna, eu vou te matar!
Nós entramos numa rua e vimos um cachorro morto, depois entramos num caminho cheio de mato e vimos um rato morto. Saímos numa faixa e andamos muito. Vimos uma placa, 125Km para o desvio de Porto Alegre. A Bruna começou a chorar, eu pedi para ela se acalmar mas comecei a chorar também. Fomos andando e vimos o carro da polícia. O policial disse que ia levar a gente para casa. Passou um cara e disse que ia nos dar carona. Nós dissemos que não.
A Bruna falou:
- Eu tenho que chegar as 5h e 30min. O policial disse que ia nos levar. Daí olhei pra trás e vi meu pai vindo do serviço. O policial perguntou se ele era meu pai e eu disse que sim. Mas o policial disse que não éramos parecido. Mais deixou a gente ir embora. E fomos pra casa.

Keli Garcia Tebobben Turma:61

Minhas férias loucas

Minhas férias foram maravilhosas foi quando foi toda a minha família foi em três carros (um Escort, Del Rey e uma Kombi), para uma chácara em Bom Jesus. Ficamos 12 dias e eu, principalmente, adorei ficar lá .Fizemos um monte de atividades, como: andar de cavalo, jogar bola, fui no campo tirei leite das vacas, tratei dos animais e fiz outras coisas.
Minhas férias não terminaram. Saímos de Bom Jesus e fomos para o Rio das Antas. Ficamos numa festa que tinha embaixo da ponte nova. Ficamos sete dias lá pescando, nadando, jogando bola e outras coisas . No segundo dia, chegou mais um amigo chamado de Luiz que estava de carreta. Ele tinha chegado de Vacaria. Antes de ir embora fomos para Cazuza Ferreira, fomos ver o meu primo nas cavalhadas. Fomos em todos os meus parentes e fomos direto para Pedra Lisa, ficamos 3 dias e fomos para a minha tia e fomos pescar, etc .
Então meu pai falou :
-Chegou a hora de pegar o rumo de Caxias.
E na nossa frente tinha um congestionamento e fomos chegando perto . Vimos 3 acidentes de uma ambulância e os outros foram de carros. Que sorte que chegamos em Caxias!

Kassandro Pires dos Santos Turma:6.4

Aventuras da Ju

Oi! Meu nome é Juliana e eu tenho 13 anos. Minha maior aventura foi quando eu estava com meus primos Ademir, Rudinei, Evandro e o meu irmão Gilnei, na chácara da minha tia. A gente foi em uma cachoeira (cascata). Nessa cachoeira tinha que descer na casa do pai do Pedro. Ele naquele tempo, era meu tio, só que ele e a minha tia se separaram. Foi muito tri porque a gente tinha que ir se segurando para não cair na água. Se caísse, não tinha problema, mas tinha uma correnteza muito forte. Uma hora, eu pisei na lama e fiquei lá, quando eu vi não tinha mais ninguém para me ajudar a sair de lá. Comecei a gritar, e em um instante meu primo Ademir veio me ajudar e me colocou nas costas dele. Descemos a cachoeira, claro, tinha uma escadaria para descer, tiramos várias fotos que até hoje estão guardadas.


Juliana Borges Turma: 63

A minha vida

Meu nome é Josiane Ferreira da Silva, tenho 12 anos, moro no município de Caxias do Sul, no bairro Montes Claros.
Minha aventura preferida é quando eu fui viajar para Salvador do Sul. Eu conheci uma menina chamada Ana Kátia, nós fomos andar de bicicleta e naquele dia também fomos brincar de vôlei e etc...
Foi muito legal e muito divertido. E, depois eu vim embora, fui olhando as paisagens da fazenda e eu trouxe para Caxias do Sul lembranças de Salvador do Sul.
Eu gostei de fazer esta viagem e tirei muitas fotos.



Josiane Ferreira da Silva Turma: 63

Férias na minha tia

Sexta-feira, eu fui para a casa da minha tia. Cheguei de noite na casa dela. Dormi lá. Sábado, meu primo me convidou para irmos nos prediozinhos de bicicleta e de skate. Eu estava de bicicleta e meu primo estava de skate.
No domingo, meu primo me convidou para ir trabalhar, e a gente resolveu ir trabalhar de tarde e voltamos já à noite.


Josemar Nascimento Rosa Turma: 61

Aventura na minha vida

Um fato real que aconteceu no ano de 2009 as 11 ou 12 horas da noite. Eu, minha mãe, meu pai e minha irmã, voltávamos de uma festa do meu amigo. Eu tinha 12 anos. Quando chegamos, meu pai me pediu que fosse fechar uma porteira onde ficavam os animais numa rua escura, só com a claridade da lua cheia, quando, de repente, do mato saltou uma jaguatirica e aí eu chamei meu cachorro que a matou e eu corri para casa e falei para meu pai. Eu e ele, fomos lá onde estava o animal morto e meu pai e eu, fechamos a porteira e fomos embora.
Isso é um fato real, que aconteceu comigo, Joilson Macedo Montero e meu pai Ivo Manoel da Rosa Montero.


Joilson Macedo Montero Turma: 63

Meu acidente

Meu nome é Joice de Andrade de Souza, tenho 13 anos. A minha aventura foi quando eu fui para a praia chamada Torres. Foi no dia 25.12.09, foi as 14h 30mim. Eu fui entrar dentro do mar e quase me afoguei. Foi bem ruim, eu comecei a me bater demais, dentro da água. Eu cheguei a bater cabeça numa pedra. Quando eu consegui ir para cima da água, eu gritava ''socorro,estou me afogando''. Eu fiquei muito tempo dentro da água e não sentia mais as minhas pernas e nem os braços. Eu sentia muita dor na cabeça e percebi que ela estava sangrando muito. Quando eu comecei ficar tonta eu pensei que ia morrer, mas os salva-vidas conseguiram me tirar a tempo se não eu não ia sair viva de dentro do mar.

Joice de Andrade de Souza Turma:6.4

Noites Horripilantes

Olá, meu nome é John, tenho 12 anos. Há 4 anos, vivi uma das semanas mais estranhas de minha vida.
Tudo começou no dia 19 de abril de 2006, aparentemente um dia comum como os outros, Mas não era. Em uma terça- feira, minha mãe tinha ido me buscar mais cedo na escola, estranho porque ela nunca tinha feito isso, mas não disse nada e pensei que a gente iria sair ou algo do gênero.
Minha mãe estava tensa, aflita, assustada. Pedi o que tinha acontecido e ela não disse nada. Me calei e continuei andando. Quando cheguei em casa descobri o que tinha acontecido, minha tia tinha falecido. Não deveria ficar assustado, porque eu sabia que isso iria acontecer mais cedo ou mais tarde, pois ela estava com uma doença muito grave, incurável.
Mas não foi isso o que me assustou, e sim as noites seguintes. Para dormir era horripilante, era tudo escuro nem uma lâmpada acesa. Eu escutava barulhos estranhos, via vultos. Isso aconteceu por mais de uma semana, até que coloquei em minha cabeça que isso era coisa da minha imaginação. Não deveria ter medo, pois afinal ela era minha tia e não iria ficar me assustando.
Agora 4 anos após o acontecimento, eu rezo para ela todas as noites pedindo que ela me proteja e faça eu seguir pelo caminho do bem.
Baseado em fatos reais

John Michael Pereira Turma: 6.3

A Minha Aventura

Meu tio, que morava na fazenda, certo dia me convidou para irmos eu e ele e um outro parente para darmos uma volta pela fazenda.
Saímos de tarde e começamos a andar. O tempo começou a passar. Andamos de um lado para o outro, subimos montanhas, atravessamos rios.
Andamos tanto que nem víamos o tempo passando. A fazenda não era muito grande, por isso decidimos ir até a outra fazenda.
Mas percebemos que a tarde estava caindo e a noite chegando. Quando vimos, estávamos com um grande problema, sem lanterna e longe de casa. Mas, para nossa sorte, meu tio conhecia a fazenda como a palma de sua mão.
Chegamos em casa perto das 19:00 horas, levamos uma bronca da minha avó e eu da minha mãe e meu pai. Por fim, chegamos em casa bem.

Jéssica Pereira Kich Turma:61

Minha grande aventura

Certo dia eu e minhas amigas estávamos conversando sobre parque de diversões e eu comentei que nunca tinha andado de montanha russa.
Após três dias, deu na tv que dia 05/04/2009, estrearia o Parque Tupi. Ingressos seriam com pulseira, liberando todos os brinquedos a R$20,00 ou cinco ingressos por R$10,00. Foi muito divertido mas tive muito ânsia de vômito, pois andei em um brinquedo muito apavorante. Na primeira vez que eu fui não andei na montanha russa, pois estava estragada.
Depois de três dias, fui com minha mãe, minha irmã e a patroa da minha mãe. Andei em todos os brinquedos e ai chegou a hora de andar de montanha russa .
Bom, aí minha mãe falou:
-Jéssica! Se você quiser vai logo , já está anoitecendo e já ,que essa montanha russa é de três andares vai ficar muito, frio, você vai?
Eu disse :
-Mãe eu vou, me deseje sorte!Beijos.
-Hu!
-E ai? Foi legal , filha?
-Sim! Muito bom , a sensação é muito boa.
Após uma semana voltei para o local e não havia mais parque. Voltei para casa e fiquei muito magoada.

Jéssica Cecilia de Oliveira do Amaral Turma:61

Minha melhor arte

Um dia nas férias eu não tinha nada para fazer então eu peguei minha pasta de desenhos e fiz um
desenho diferente. Então eu fiz um quadrado no canto da folha pintei de preto e no meio eu fiz umas linhas pro lado, pra cima, pra baixo, ficou muito legal.
Então pintei as linhas para baixo de azul, para cima de vermelho e para os lados de verde. Então fiz um monte,e colei em cada canto da casa e uns no meu quarto ficou muito legal mesmo e depois eu fiz umas meninas dos meus cadernos do ano passado. Então foi a melhor obra de arte que eu já fiz.

Jennifer Gaio Pereira Turma:6.1

A caça

Nas férias de inverno do ano passado, fiquei no meu avô em Esmeralda. Meu primo Tiago me convidou para ir caçar, ele levou os 7 cães dele, os cães iam na frente, quando a gente ouvia o latido deles, tinha que ir ate lá .
Primeiro tivemos que subir um morro de árvores. Então quando vi o que tinha na minha frente, uma pedra ENORME,tivemos que escalar a pedra. Quando cheguei lá em cima tive que passar pelas rosetas. Me machuquei bastante mas conseguimos caçar. FOI A MAIOR AVENTURA!
Mas a aventura não acabou, meu primo disse:
-Se abaixa.
Eu respondi:
-Porque?
Meu primo falou bem baixinho:
-Tem um leopardo ali na frente.
O leão foi embora atrás de uma ovelha que ele viu no campo .Que Aventura!

Jean de Oliveira Almeida Turma:6.1

O Dia Aventureiro

Num belo dia ensolarado e bonito, eu fui na casa da minha amiga Tamires e eu e ela, fomos na casa da Keili e saímos. Fomos no Parque dos Macaquinhos, foi tudo onde começou a bagunça.
Chegando lá, sentamos nos bancos até que um homem se aproximou de nós e falou:
- Tudo bem?
E nós ficamos com medo, porque nenhuma de nós conhecia aquele homem.
Foi aí que nós saímos daquele banco e fomos pra o outro. E ele nos perseguiu e a Tamires falava que ele estava nos perseguindo e a Keili não estava muito preocupada. Daí fomos atrás das árvores, mas não adiantou. Daí a Keili começou a conversar com aquele homem que eu acho que tinha uns 20 anos de idade. Ele falou que o nome dele era Marcos e tinha 20 anos de idade e que era o vizinho da Keili há 2 anos. Quando a Keili percebeu quem era, nós ficamos mais despreocupadas com a situação.
A Keili falou para nós que ele era bastante legal e que não precisávamos ficar preocupadas com ele.
E o tal do Marcos pagou um sorvete para nós e conversamos bastante.
Até que ele era legal, e nós nos matávamos de rir, porque a Keili se enganou.
Foi uma festa e tanto, nós quatro naquele parque, eu não achava que ele era tão legal... Nossa amizade assim se juntou e a diversão também...


Isabel da Silveira Turma: 62

Minha vida

Em um domingo ensolarado, eu estava brincando com meu amigo Everton. Eu não estava olhando para o chão, e tinha uns cacos de vidro. Pisei em um caco de viro. Fui para casa, pulei a janela, minha mãe estava com meu pai , meus irmãos, meus tios e meus primos.
Minha mãe estava almoçando e ela me perguntou:
- Igor, não vai vir almoçar?
- Já vou mãe.
Meu irmão falou
-Vou ir aí no quarto para ver o que você está fazendo, Igor .
E na pressa, com sangue no meu pé, enrolei a faixa no meu pé e a minha mãe perguntou:
- Machucou o pé Igor?
Eu, com medo que o corte fosse grande, respondi:
- Não mãe, é só de brincadeirinha .
Meu irmão mais velho tirou a faixa e a minha mãe não terminou de almoçar falou:
- Nós vamos levar o Igor no hospital?
Meu pai falou:
- Sim, vamos.
Meu pai pegou o carro e fomos ao Postão.
Chegando lá, vi horrores , pessoas muitos machucadas. Entrei na sala, e deitei na mesa e a doutora perguntou:
- O que houve no seu pé?
- Eu cai, e pisei em um caco de vidro.
Tem que se cuidar e olhar para o chão e não andar de pés descalços.
Fiz sete pontos no meu pé, voltei para casa e tudo voltou ao normal.


Igor Barreto Turma:61

A Viagem

Meu nome é Guilherme, eu moro com minha avó e sempre no final do ano, eu vou para minha mãe. Então, eu arrumo minhas roupas e levo, dou tchau para minha avó, e vou para a parada, pego o ônibus e vou. Quando chego lá, arrumo minhas coisas no guarda-roupa, abraço meus irmãos e minha mãe. No ano passado, eu pedi para minha mãe se o meu tio ia viajar. Ela disse que sim. Eu pedi se dava para eu ir junto e ela aceitou. Nós fomos para o Rio Janeiro. Então levei a máquina, tirei várias fotos do caminhão dele e eu pedi se dava para eu tirar uma foto no banco do motorista. Ele disse que sim, tirei fotos do caminhão, das montanhas do Rio de Janeiro. A viagem foi muito legal. Nós ficamos uma semana lá, depois nós voltamos para casa. Eu não vejo a hora de chegar o fim do ano para eu ir viajar com o meu tio de novo.


Guilherme Wolff da Silva Turma:64

Minha Aventura

A minha aventura foi andar de caminhão, no caminhão do meu tio .
Um dia, meu pai arrumou lenha para buscar, mas não sabíamos quem arrumar para pegar a lenha então chamamos meu tio.
Fomos até a casa dele, meu cunhado foi de carro e eu e meu pai de caminhão.
Pegamos a lenha e fomos embora .
Esta foi uma das minhas aventuras.

Guilherme de Araujo dos Santos Turma:62

Minha aventura

Meu nome é Grégori, eu tenho 12 anos. Quando eu tinha 7 anos, minha família e eu, fomos para a praia. Quando nós voltamos, meu pai não sabia o caminho de volta e perguntou para um frentista.
Quando nós estávamos voltando , um caminhão quebrou no meio da estrada bem no meio da serra. Esperamos 30 minutos até retirarem o caminhão da estrada, mas só conseguiram tirar só uma parte então passamos com as duas rodas direitas quase escorregando no barranco. Daí passou o susto. Hoje a gente sabe onde é o caminho da praia.

Grégori Alberto Moreira de Souza Turma: 6.4

A minha arte

Uma vez, eu estava brincando no balanço da escola, quando uma amiga disse para eu empurrá-la. Daí eu fui e ela estava com medo porque eu estava empurrando muito forte. Ela disse pra eu parar. Eu nem dei ''bola'' e empurrei mais alto ainda. Ela começou a gritar. Aí eu fui parando de empurrá-la. Tinha uma grande possa de água com lama debaixo do balanço. Ela disse que queria sair do balanço e eu empurrei ela sem querer, mas, ao mesmo tempo,empurrei de propósito. Ela caiu e eu caí junto com ela. Foi uma folia e tanto. Eu abracei todos os professores e eles ficaram bravos. E nós fomos para a direção, mas eu e minha amiga nem ligamos. Quando nós estávamos indo para a sala, tinha um peral com grama em cima e eu e minha amiga estávamos encharcadas então nós descemos rolando sem dar a mínima importância para professores. Só dava nós lá rolando e todo mundo que estava fazendo educação física ficou olhando e rindo. Depois que a gente parou de rolar pela grama os professores nos pegaram e aí a diretora ligou para os nossos pais e eles começaram a rir e daí nos fomos para casa e eu e minha amiga falamos tudo o que aconteceu e eles se mataram de rir e essa foi a minha arte. Fim


Gabrielli de Lima Turma:6.2

Minhas aventuras

Num dia da semana, eu e minha família fomos no sítio do meu vô, pai da minha mãe. Quando cheguei lá, vi os meus tios amigos e os meus primos, abracei eles e de tarde fui pescar com meu tio Nelso e andei de barco com minha tia Janete. Dei leite de uma mamadeira para um bezerrinho e depois andei de cavalo com o meu primo Daniel. Essas foram minhas aventuras.

Fernanda Santos Turma:6.2

AVENTURAS DE UMA ADOLESCENTE

Eu, Fernanda Corrêa de Almeida, na época tinha 10 anos e vim contar uma aventura que aconteceu dia 05/10/2009, bem no meu aniversário. Quando eu, minha mãe, meu pai e meus irmãos fomos acampar e e eu me perdi no mato por um dia e 2 horas. Nossa, eu fiquei com medo, muito medo! Tinha barulho de grilo, pererecas, tudo o que você pode imaginar. Depois encontrei minha mãe e acabou tudo bem e foi uma aventura e tanto.


Fernanda Corrêa de Almeida Turma: 63

Minha aventura

Certo dia, eu cheguei em casa e disse:
-Pai, vamos para Caravagio?
Ele disse que sim. No outro dia mandei minha bicicleta para o mecânico. Chegou o grande dia . Saímos de casa ás 6.30hs , passamos no mercado para comprar um lanche, fomos no posto encher os pneus. Chegamos na praça Dante ás 8.30hs. Saímos da praça e fomos. Havia muitas bicicletas, muitos amigos e um caminhão para quem cansasse.
Quando eram 10.30hs chegamos lá. Comemos, nos divertimos e viemos embora de caminhão.

Felipe Mateus de Jesus Kuquert turma:6.1

A Apresentação

Era uma vez um menino chamado Elias.
Ele era do circo. Ele queria apresentar um espetáculo na estação férrea.
Foi falar com o professor:
- Professor, vamos nos apresentar na estação férrea?
O professor disse:
- Elias nós não vamos apresentar no que não é nosso!
- Mas, professor, só uma vez!...
- Tá bom, Elias, vamos apresentar.
Então eu pulava de alegria.
Chegou o grande dia e o meu coração batia acelerado, quando eu vi toda aquela gente.
Chegou a minha hora.
Eu fiz a apresentação da minha vida!

Elias de Abreu Garcia Turma: 62

Aventuras da minha vida

Meu nome é Eduardo tenho 12 anos. Em 2007, dia 11 de abril, eu estava na escola Basílio Tcacenco quando tocou o sinal para sair. A minha turma saiu e eu fiquei esperando a van chegar e eu estava correndo quando eu cai.
Quebrei o braço, saiu um monte de sangue e eu fui para dentro da escola. Ligaram para minha mãe e ela chegou e em seguida chegou a ambulância para levar-nos ao hospital.
Quando eu cheguei lá, eu fiquei em uma sala esperando ser atendido. E eu e minha mãe ficamos lá esperando e em seguida chegou a minha tia para ver como eu estava e depois chegou o médico e me levou para sala de cirurgia e quando eu cheguei lá na sala me deu um frio na barriga e daí eles me anestesiaram e quando eu acordei eu já estava no quarto e fiquei três dias lá .
Depois eu saí do hospital e fiquei trinta dias aqui fora e depois a cada dois dias, eu tinha que ir fazer curativo no posto de saúde. A cada dez dias, eu tinha que ir no ambulatório do Hospital Pompéia, para fazer um raio x.
Daí, dia 26 de maio, em um domingo, eu fui internado para tirar os ferros que eu tinha no braço e quando eu fui para sala de cirurgia eles me anestesiaram novamente e no dia 27 de maio, em uma segunda-feira, eu tive alta e voltei para casa.
Baseado em fatos reais.


Eduardo Lentz. Turma: 6.3.

O ASSALTO

Uma vez, eu estava no colégio estudando quando bateu o sinal. Fui para casa só que estava fechada a rua e eu tinha posto roupa no varal.
Dei a volta por todo o bairro. Demorei 15 minutos até chegar em casa e olhei no varal e não tinha nenhuma roupa. Quando entrei em casa, tinha um ladrão em meu quarto. Levei um susto! Ele olhou para trás e me viu. Ele estava com meu celular e meu tênis.
Ele largou minhas coisas no chão, me pegou e me botou no banheiro e me trancou lá.
Ele estava de carro e colocou no seu carro o meu computador, a televisão, as minhas coisas e muito mais.
Quando estava saindo de casa, chegou meu pai e deu uma surra nele.
O assaltante ficou caído no chão, mas logo se levantou e daí saiu correndo. Meu pai segurou-o e chamou a polícia e ainda bem que já passou e sempre que não veja roupa no varal, não entro em casa.


Eduardo Matheus Setin da Silva Turma: 62

Uma história de pescador

Em um dia ensolarado eu, meu pai Leandro e meu tio Vanderlei iríamos pescar em um certo rio que havia ali pertinho mais ou menos 1km de distância de minha casa. Enquanto meu tio foi pegar as varas de pescar, eu e meu pai fomos procurar minhocas nos buracos da terra e embaixo de pedras.
Mas, bem na hora que eu levantei uma pedra, havia uma cobra chamada urutu-cruzeira bastante conhecida pela população. Com um pouco de medo avisei o meu pai e meu tio que rapidamente pegaram o facão para matá-la. Mas na hora em que eles chegaram no local a cobra já tinha desaparecido, e eu levei um grande susto mas continuei a procurar minhocas para meu pai e meu tio.
Minutos depois eu a vejo novamente só que desta vez em cima de uma árvore que havia ali do meu lado. Eu logo avisei o meu pai mas desta vez ele me disse que era só eu não mexer com ela que ela não faria nada para mim e eu perguntei se ela viesse perto de mim o que eu faria e ele me respondeu que era para ficar quieto e não encostar nela, pois ela poderia me picar e eu poderia ir parar no hospital. Na hora eu não acreditei muito mas ouvi com muita atenção o que ele havia me dito mas minutos por minutos ela se aproximava cada vez mais de mim e comecei a gritar para meu pai e para meu tio que assustados vieram correndo para ver o que tinha acontecido comigo pois eu gritava muito.
Eu estava com muito medo da cobra pois não sabia o que poderia acontecer porque eu tinha apenas 7 anos de idade quando aconteceu isto.
Mas no fim, eu meu pai e meu tio, matamos a cobra e até usamos alguns pedacinhos dela para a isca dos peixes que nós havíamos pescado no rio lá perto de casa. E no final de tudo nós conseguimos 65 peixes ao todo, eu pesquei 15, meu pai pescou 22 e meu tio conseguiu pescar 28. Fomos para casa e comemos todos os peixes que havíamos pescado e ficou ótimo.
E esta é a história, que eu lhes conto hoje.
Baseado em fatos reas.


Douglas de Moraes Poleto Turma: 6.3

O Passeio de Bicicleta

No dia 27-08-09, eu, Diogo Cardoso Piekatoski, combinei de sair de bicicleta com meus amigos. Combinamos de sair no dia 29-08-09, as 5:30horas da manhã. Certo!
No dia 28, estávamos arrumando as bicicletas e os acessórios. No dia seguinte, me acordei as 5:00horas, estava angustiado e nervoso, mas quando saímos, tudo correu bem. Nós tínhamos combinado de percorrer até 50Km. Estávamos saindo de Caxias do Sul, indo para Lageado Grande. Após percorrer os 50Km, nós paramos para nos arrumar e fazer um lanche, pois estávamos muito cansados.
Chegamos em Lageado Grande, nós fomos direto ao barro, ou seja, estrada de lama. Eu, como primeiro, fui bem devagar, mas o pior aconteceu, eu caí e fiquei todo cheio de lama, mas tudo continuou. Logo atrás vinha o Lucas, a toda velocidade, mas ele subiu no barranco e caiu. Logo atrás vinham os quatro últimos, eles conseguiram e vieram por cima da tábua que tinha.
Logo na frente, encontramos asfalto. Dava vergonha de andar, mas estava legal! Completando 53Km, eles decidiram voltar, devido ao barro. Isso foi o máximo, mas o pior aconteceu, furou o pneu da minha bike. Eu fui o mais rápido que eu pude, mas se foram 15 minutos. Quando chegamos a beira da lama, já gritaram:
Diogo!
Mas não dessa vez fui o último. O Carlos foi e caiu. Tivemos que desatolar, pois todos caíram na lama.
Antes de ir embora, fomos no rio tirar o excesso de lama que tinha até dentro do ouvido.
Fomos bem limpos para casa.
Essa foi uma aventura que não faço mais, pois não tenho companheiros, mas ficou na lembrança.


Diogo Cardoso Piekatoski Turma: 63

A minha grande aventura !

Em um certo dia de sol, no sábado à tarde, eu e minha amiga Fernanda fomos num passeio para
Gramado. Ficamos lá dois dias, sábado e domingo. Chegando lá, conhecemos lugares diferentes,
gente nova, foi um passeio muito divertido. Apesar de caminhar muito, mas foi muita diversão.
Andamos de patinho dentro dá água, conhecemos um lugar maravilhoso, chamado a Ciência dos Humanos, muito legal mesmo.
E também, no domingo à tarde, fomos em outro lugar! Andamos de barco, pescamos, saímos para
comer fora, conhecemos um lugar maravilhoso, chamado Cisne da Imaginação, tinha histórias para
contar, ilhas em forma de desenhos, bonecas de vários tipos, uma só aventura. Foi muito legal o nosso passeio.


Dieli Fernandes Cardoso Turma:62

Um dia de aula

Num dia, um menino se encontrou com seu colega e lhe perguntou:
- Por que não foi ontem na aula?
O menino respondeu:
- Estava com dor de cabeça e com dor no corpo.
Ontem nós fizemos uma brincadeira em que ninguém podia dizer: por que, onde, não, sim. E depois nós escrevemos dois textos sobre amor e raiva. Na terceira aula, fizemos um cartaz sobre a escravidão. Na quarta aula, não fizemos nada, só conversamos. No quinto período, jogamos bola e fizemos 3 gols e o outro time fez 2 gols. E assim foi ontem.
- Vamos para a escola?
- Sim.

Deividi Varela Turma: 62

A minha aventura

Era uma tarde de domingo.
A família sai para o sítio do meu tio.
Na chegada, a família foi pescar. Nós pescamos 12 peixes.
À noite fomos caçar e caçamos 3 tatus e depois fomos dormir.
Eu convidei todos para jogar carta. No outro dia, estava garoando.
Eu falei:
- Vamos pescar de novo novo.
O meu irmão falou:
- Sim, vamos.
Pegamos a vara de pesca e a ração.
Viemos embora e assim é minha aventura


David da Costa Maragno Turma:62

Meu dia no rio

Um dia, eu fui para o rio Arroio do Ouro com minha família. Fomos pelas 9h da manhã e voltamos, pelas 19h.
Quando chegamos fizemos um churrasco e comemos. Depois esperamos para entrar no rio. Trocamos de roupas e fomos todos para a água jogar bola e nadar(mergulhar).
Logo depois, minha irmã foi caminhar e sentou do lado de uma mulher que estava tomando um sol.
A minha irmã olhou para a pedra em que a mulher estava deitada e gritou:
-Tem uma cobra debaixo dessa pedra.
A mulher saiu correndo apavorada.
Minha irmã veio contar para nós e fomos até lá ver. Chegando perto jogamos uma pedrinha para a cobra sair. A cobra tirou só a cabeça. Saímos correndo e fomos contar ao nosso pai:
-Pai, tem uma cobra lá. Ele saiu correndo, pegou um galho e cutucou a cobra. Quando ela saiu, meu tio jogou uma pedra e a matou. Então voltamos para o rio.

Daiane Vieira Scalvi Turma:61

Minha Aventura

Em um sábado, eu e meu pai fomos para o rio pescar. De tarde, pegamos um monte de peixes. O nome do peixe era Pintado. Voltamos para casa de minha vó com os peixes para ela fritar. No outro dia, fomos lá de novo para pegar mais peixe para nós trazermos para Caxias do Sul pra comer na sexta-feira santa. Nós pescando e meu pai disse:
-Olha Cleiton, peguei mais um peixe.
Eu não tinha pegado nem um. Dai a pouco mexeu a minha vara de pesca e eu puxei. Era um peixe bem pequeno e o meu pai ficou pegando no meu pé.
Quando fomos pra casa, já tinha um monte de peixe no saco.


Cleiton Machado Meireles Turma:61

As aventuras do Cláudio

Eu e o meu pai, fomos para Porto Alegre, e vimos um rio muito grande e fundo, e a gente foi nadar. Meu pai saiu da água e eu fiquei. Ai comecei a me afogar. Fui até o fundo e me impulsionei e consegui sair dali. Depois o meu pai me levou para uma igreja orar para Deus e agradecer que naquele dia eu não tivesse morrido.

Cláudio Torquato Da Silva Turma: 62

A minha grande aventura

Certo dia de sol, no sábado à tarde, eu e minha amiga Milena fomos num passeio para São Francisco de Paula. Ficamos lá dois dias, sábado e domingo. Chegamos lá, conhecemos lugares diferentes, gente nova, foi um passeio muito divertido. Apesar de caminhar muito, foi muita diversão.
Andamos por tudo, conhecemos lugares maravilhosos. No domingo à tarde, fomos em outros lugares.
Andamos pelo centro de São Francisco, compramos muitas roupas, saímos para jantar à noite, eu e ela, e fizemos bastante amizades.
Foi muito legal nosso passeio na cidade de São Francisco de Paula.

Caroline Barbosa Pinheiro Turma: 62

A minha grande aventura

Numa bela tarde de domingo, eu e minha família estávamos em casa tomando sorvete, quando decidimos ir tirar pinhão perto de um parque onde alguns amigos moravam.
Ao chegarmos lá, nos separamos para ver quem juntava mais pinhão. Nisso, minha irmã quis ir atrás de um passarinho e se perdeu. Nem tinha me dado conta que ela não estava mais do meu lado.
Procuramos um pouco e, graças a Deus encontramos, brincando com outras crianças que também estavam ali.
Fim


Caroline de Melo Mazzuchine. Turma: 62

A Cobra

Olá! Meu nome é Camila Simon Pinheiro, tenho 12 anos, moro em Caxias do Sul no bairro Jardim Teresópolis.
Nas minhas férias eu estava passeando na chácara da minha avó.
Eu e os meus primos, Álisson e Joelson, estávamos procurando o cachorro do meu avô.
Nós saímos à procura do cachorro. A gente não encontrava ele na chácara, e fomos no terreno ao lado.
O terreno era grande, então nós tivemos que caminhar bastante. Quase desistindo, nós ouvimos latidos do cachorro. De repente, a gente vê uma cobra.
O meu primo mais velho, o Joelson, pegou uma madeira e ele falou pra mim e o Álisson ir para trás. A cobra ficou se mexendo, o meu primo pegou a madeira e começou a bater na cobra, depois de ele bater bastante na cobra, ela morreu.
Caminhamos mais um pouco e finalmente achamos o cachorro e voltamos para casa.
BASEADO EM FATOS REAIS.


Camila Simon Pinheiro Turma:63

Quando eu me perdi com minha amiga

Estávamos eu e minha amiga Keli.
Aí decidimos que iríamos no Parque dos Macaquinhos. Só que entramos na rua errada fomos caminhando, caminhando e chegamos em uma rua que não sabíamos onde era.
Aí eu vi um homem e perguntei:
-Moço, qual é o nome dessa rua?
Ele disse:
-Avenida São Leopoldo.
Aí fomos caminhando e eu vi um carro de policia e pedi que nos levasse para casa.
Ele disse:
-Sim eu levo, só que vocês terão de esperar.
Nisso chega o pai da Keli que trabalha ali perto e quando nos viu perguntou:
-O que aconteceu?
E nós dissemos:
-Nos perdemos indo para o Parque dos Macaquinhos.
Depois de nós explicarmos , ele nos levou para casa. E eu cheguei na minha vó as 17:30 da tarde. E essa é a minha história quando me perdi.
Fim.

Bruna Cardoso Borges Turma: 6.1

A viagem

Meu nome é Bruna, tenho 13 anos. Vou contar a minha aventura para vocês
Certo dia meu padrasto, me liga me convidando para nós irmos para a praia. Eu aceitei, daí o meu padrasto falou que era para eu arrumar minhas roupas, que de noite ele me pegava na frente da minha casa. Quando eles chegaram lá eu entrei no carro e seguimos para a viagem. Chegando, nós fomos pra o mar, nos divertimos muito, foi muito bom. Eu adorei, nunca mais vou esquecer isso, vai ficar marcado em mim.



Bruna Angélica Cústodio da Silva Turma:6.4

Lembranças da minha infância

Desde quando eu era pequena, adoro fazer desenhos. Vivia inovando a minha imaginação. Sempre quando o horário da escola batia, ficava ansiosa para chegar na sala de aula e começar a estudar, mas sempre guardava a expectativa de a professora dar alguma coisa para desenhar ou pintar. Assim passou a primeira, a segunda, a terceira série e hoje estou na sexta série. Até hoje, guardo meus trabalhinhos, meus desenhinhos e minhas lembranças. Hoje comparo meus desenhos recentes com os meus desenhos que fazia quando era pequena e reparo que os meus desenhos mais velhos são os mais engraçados, porque quando eu era pequena, eu não pensava em organizar a estratégia de um desenho, apenas passava para um papel a minha imaginação, pela minha percepção. O que também mudou muito foi a minha letra. Quando comecei a estudar, minha letra era bem grande e eu tinha muita dificuldade em conseguir escrever retinho na linha, mas mesmo assim nunca deixei de ser caprichosa. Meus caderninhos sempre foram bem coloridos e organizados. Tinha uma época em que eu era meio preguiçosa, aí eu fingia que tinha esquecido de fazer o tema e então era sempre a mesma história, minha professora me xingava, passava para minha agenda aquele bilhetinho desagradável, mas como eu era pequena, minha mãe não me xingava, apenas conversava comigo e é assim até hoje. Mas, mesmo assim, as vezes, eu ficava meio brava com as minhas professoras e professores, mas eu sempre adorei todos eles, até mesmo aquelas que eram brabas.
Mesmo eu sendo preguiçosa e meus professores brabos, eu nunca deixei de gostar de estudar, brincar, desenhar e pintar. Adoro muito meus professores, meus amigos, minha família e também a escola onde estudo, que foi onde aprendi a ler, escrever e desenhar.


FIM***

Bianca. Pires Turma: 6.2

Aventuras

Uma vez, eu viajei com a minha amida Thainá, nós fomos na chácara do pai dela. Lá tem que caminhar uns 2 km para chegar na casa. Veio um homem com o cavalo dele para ajudar-nos a levar as coisas. Porque nós tínhamos que caminhar um monte a pé.
Ao chegar lá, a gente arrumou as coisas, fomos dar comida para cavalo e para a vaca.
O cavalo do homem que foi nos ajudar era brabo e não gostava de mim e nem da Thainá.
Eu e a Thainá, fomos andar no cavalo dela e daí o outro cavalo, que não gostava de nós , veio na nossa direção. Assustadas, nós descemos do cavalo a mil por hora e deixamos ele com freio e tudo. O cavalo nós não o pegamos mais, só o pegamos depois. Nós não andamos mais de cavalos porque o medo era muito.


Andrieli Santos Pinheiro Turma:6.4

quarta-feira, 14 de julho de 2010

As minhas aventuras

Meu nome é Andriele, tenho 12 anos, e moro no bairro Consolação.
Uma vez, na chácara do meu tio, a gente foi no meio do mato; Lá tinha lama, pura lama, e a gente foi numa lama funda e lá tinha um tronco de uma árvore no meio de tanta lama. Quando fui pisar em cima da madeira, eu fui até a metade, depois eu resvalei meu pé de cima da madeira. Meu primo, um idiota, ficou rindo de mim.

Andriele Segalotto Turma: 6.3

Itaimbezinho

Meu nome é Andrew, eu tenho 15 anos. Bom a minha aventura foi quando eu fui conhecer o Itaimbezinho localiza em Cambará do Sul. Lá eu fiz rapel, escalada e foi muito legal, mas o que eu mais gostei foi nadar em um lago cheio de crocodilos. E mais, eu ainda lutei com um touro.


Andrew Ramos da Silva Turma:6.4

Minha maluquice noturna

Esse acontecimento é real aconteceu em 2009. Eu fui passar minhas férias na casa da minha irmã Fabiana.
Eu sou sonâmbula. Quando fui dormir o marido da minha irmã disse que eu estava tentando abrir a janela da cozinha, disse também que estava quase se abrindo. A minha sorte é que não se abriu porque se não estaria “mortinha da silva”, porque a janela é muito alta. E a janela só tem uma tramela. E ele não podia me acordar. Muitas pessoas ao serem acordadas podem levar um grande susto e desmaiar. Por isso eu sempre digo nunca duvide de sua sorte, nunca se sabe quando ela pode estar do seu lado.


Andressa Deitos Netto Turma: 64

A minha aventura na praia

Certo dia, eu Amanda e meus pais estávamos indo viajar para a praia para encontrar a minha família inteira, para passar as férias. Então lá foram a Amanda e seus pais.
Chegamos na praia de noite e perguntei:
-Para onde nós vamos?
-Vamos para a casa, onde estão seus tios e seus primos, disse meu pai Evandro.
Chegando na casa, dei um abraço em meus tios, tias, meus avós e, meus primos.
Depois logo fui correndo tomar banho e após fui brincar com meus primos e amigos.
Depois de brincar bastante, perguntei a minha mãe Fabiane:
-Hoje nós não vamos sair?
-Hoje não! Já está tarde para sair - respondeu minha mãe.
-Agora, vamos dormir! - disse Fabiane.
Enquanto a Fabiane estava arrumando a casa dela, eu disse:
-Mãe!!!
-O que menina?
-Posso te dizer uma coisa?
-Pode.
-Eu tenho certeza de que estas férias vão ser um sucesso. Você não acha, mãe?
-Eu acho que sim, mas agora tente dormir, menina, você está muita tagarela.
-Ai, mãe, como você é chata!!!
Então dormi, e acordei com um sorriso lindo na cara. Peguei meu biquini, vesti e disse para os meus amigos:
-Vamos! Vamos! Coloquem seus biquinis ou calções, vamos para a beira do mar.
Então fomos brincar e caímos na areia.
Voltamos e tomamos banho, almoçamos e dormimos à tarde e logo já saímos para o centro. Voltamos e comemos.
E eu disse aos meus amigos:
-Esse final-de-semana, valeu a pena, não é?


Amanda Maciel Catarina Turma: 6.2

Uma aventura de bicicleta

Um dia, eu estava andando de bicicleta e resolvi convidar meus amigos.
Eles aceitaram e então saímos de manhã e fomos andar por alguns lugares da cidade. Resolvemos fazer aventuras e começamos a construir rampas e, como estávamos inspirados, começamos a pular, fazer manobras, só que um amigo meu pulou e, quando viu, caiu de mau jeito e quebrou o braço. Então ligamos para o hospital e mandamos uma ambulância vir buscá-lo.
Voltamos para casa e depois passamos no hospital para saber se ele estava bem.


Alisson de Oliveira Stacke Turma: 6.4

Uma noite muito estranha!!!

Em uma noite escura, no meu quarto, apaguei a luz e deitei sobre a cama, fechei os meus olhos e adormeci. Logo acordei e vi que tudo estava muito escuro. Olhei para meus ursinhos e levantei com um belo susto, pois comecei a imaginar muitas coisas, como monstros.
Levantei da cama, acendi a luz do quarto, fui caminhando com passos muito leves até a cozinha, pensava que havia alguém me seguindo mas era o barulho da geladeira e do freezer. Olhei lentamente para o fogão e imaginei um monstro, ai, que medo, fui para a lavanderia e olhei minha cotinha olhando para mim com aqueles olhos esbugalhados fui até o banheiro e olhei, estava tudo muito escuro. Então fechei a porta e saí correndo, fui para meu quarto, fechei a porta, apaguei a luz e logo adormeci.


Aline Soares Dutra Turma: 64

Minhas férias

Nas minhas férias, eu fui para São Paulo com minha avó e minha prima. Nós fomos de avião, foi legal. Lá em São Paulo é muito legal, principalmente no Ibirapuera. Eu, com o meu tio no parque Chico Mendes, na Avenida Paulista, na rua da Liberdade e na Praça da Sé. Eu também andei de metrô e é muito rápido. Lá em São Paulo tem muita gente estranha. No centro, não dá para andar direito de tanta gente que tem, também tem muitos carros. Na minha volta para Caxias estava chovendo e o avião demorou para decolar.


Alexandre de Almeida Turma: 62

Perdida

Eu estava com meus amigos no parque e tinha show de sertanejo. Eram muitas pessoas. De repente veio uma multidão e me empurrou para longe dos meus amigos.
Eu percebi que estava perdida dos meus amigos. Comecei a andar no outro lado do parque.
Estava ficando noite, ninguém aparecia. Eu percebi que não era o lado certo. Então voltei e tinha duas trilhas: Uma para ir ao parque e a outra era sem saída. Eu fui para a sem saída pensando que era para chegar ao parque. Eu falei:
-Essa é a trilha sem saída, então aquela era para chegar ao parque.
Voltei e fui para a outra trilha e cheguei ao parque. Encontrei meus amigos e nós fomos para casa.

Adriana Thomaz Lemos Turma:61

sexta-feira, 9 de julho de 2010

"A CASA"

Com base no livro "A Casa", do escritor Gustavo Melo, os alunos das quintas séries (turmas 6.1, 6.2, 6.3 e 6.4), da Escola Municipal de Ensino Fundamental Basílio Tcacenco, de Caxias do Sul, RS, resolveram, assim como o personagem principal da história, reviver suas melhores aventuras e compartilhar conosco.
Se você é louco por aventura...divirta-se!!!